Perfil.

A Princesa do nada.

Angelina.




Black code.

Summer, please come back.

Summertime and the livin's easy.

Shelter me forever.




You told me that you'd stay with me
And shelter me forever
That was a hard promise to keep
I can't blame you for the bad weather

After all that has been said and done
I won't ask you where you're going
Don't keep in touch, I don't miss you much
Except sometimes early in the morning

Now use your silver tongue once more
There's one thing that I'd like to know
Did you ever believe the lies that you told?
Did you earn the fool's gold that you gave me?

I forgive you wanting to be free
I realize you long to wander
And I sympathize with your roving eyes
I just can't forgive your bad manner

Les matrioshkas de la douleur.

Cha Cha nel.



Love it*

Far.




"Tu és melhor, muito melhor! Do que tu. Não digas nada." Mário Cesariny

Esplanadar.



Dizem que o verbo não exite. Pelo menos não, por enquanto. Mas eu adoro-o. Faz-me sentir viva, esta pequena e melodiosa palavra. Esplanadar, e relembro logo o mar. Nadar. E depois esplanadar à beira mar. Hoje, esplanadar fez-se sob um sol intenso, que teimou em ficar, talvez por rebeldia ou para meu desassossego. O que importa agora, é que parece que chegou, devagarinho, mas para ficar. Pelo menos assim o espero. Uma esplanada tem algo de mítico. Inúmeras vezes relembrei um aromático café que me deliciou por secretos momentos, secretos na essência desse gesto quase banal, mas o qual, no entanto, eu absorvo com tanta magia. Nas mesas ao lado, conversa-se alegremente, balbuciam-se ternas palavras de amor, trocam-se olhares fortuitos e gestos delicados, gritam crianças numa correria louca e com sabor a verão, afastem-se as páginas do jornal da região, soltam-se beijos, revoltam-se livros e mais livros num turbilhão de conhecimentos. Revejo-me nas faces, nas expressões. Abraço as derradeiras molduras do quotidiano, pouso a chávena e continuo a estudar.

Love love baby boy.


Poser.

Un amour de cinema.




Sphera.

Vo Ar.







Percorre o vento e sente a vida a atravessar-te a alma, a deixar-te sem alento e a arrancar de ti uma força soberba.