(Re)esvrever.



Revejo em mim a vontade de escrever. Nem sempre a inspiração me persegue e consome, como outrora teimava em fazê-lo. Agarro-me ao que tenho de mais impetuoso e que inevitavelmente me acalma. Não há dia em que não pare para escutar o coração e tudo o que de (in)congruente ele tem para me revelar. Não há dia em que não respire a leveza das coisas simples e por vezes tidas como insignificantes, mas, que no entanto, me incutem o alento e a força necessárias para enfrentar os medos e as incertezas. "Tenho um sonho nas minhas mãos". Um de muitos. Um de tantos que teimam em ficar em mim na certeza de que um dia vou concretizá-los.

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