
Impreterivelmente encontro-me com a vida, numa ânsia (quase) esmagadora. Dói-me essa inevitável necessidade de sugar-lhe a alma, numa constante procura do sonho, muito para lá dos meus sentidos. E mais do que hoje, amanhã recomeçam as dúvidas, os medos e as incertezas. São templos de reflexão que advêm, de contentamento inconstante, nessa minha inigualável luta interior entre o devaneio e as responsabilidades futuras.
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