As incertezas persistem irrequietas perante a fragilidade dos dias. Pouso, repouso, respiro, protejo, protejo-me. Do inevitável e do inadiável. Mais o tempo passa, mais tropeço e rasgo o sonho. Hoje, tudo me parece mais longínquo. Agarro a mão que não vejo, agarro-a e fico. As horas partem e eu fico.
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